Sábado, 25 de Setembro de 2010

Helena Marques (sem título)

Sookie não era a melhor amiga de Crystal, nem Crystal morria de amores por Sookie. Mas o que ambas não sabiam era o que o futuro lhes reservava.

Jason transformava-se agora em pantera, mas não na totalidade por ter sido mordido e não nascido no seio de uma família de panteras. Após as primeiras transformações todos pensaram que o perigo tinha passado. Até que surgiu um humano, sem dupla natureza, que afirmava ter visto uma pantera e jurava que iria caçá-la e provar o que dizia, quando os outros homens do bar de Sam fizeram troça dele. Na noite de lua cheia do mês seguinte, Jason saiu sozinho e não voltou a aparecer. Crystal ficou preocupada e mesmo não gostando de Sookie pede-lhe ajuda e à sua capacidade para encontrar Jason.

Inicialmente não se entendem, passando grande tempo a discutirem, sem chegarem a nenhuma pista, até que chega Sam e lhes conta do caçador que tinha estado no bar. Tentam então encontrar o tal homem, e depois de procurarem encontram uma estranha pedra em forma de lua cheia. Crystal é quem pega na pedra e logo se torna agressiva e ataca Sookie. Esta já não esperava sair sem nenhuma nódoa negra, mas ser atacada por Crystal não era o cenário que imaginará.

Não sabia o que fazer quando Crystal a deitou ao chão e tentou mordê-la no braço. Surgiu então Bill que tinha-as seguido por se preocupar com Sookie, retirando a pedra das garras da pantera, atacando-a quando estava desprevenida. Crystal voltou a si e sentiu-se com imensos remorsos por ter atacado a irmã de Jason mesmo não nutrindo afecto por ela. Mas nesse momento prometeu a si mesma, que após encontrarem Jason iria tentar construir uma amizade com Sookie.

Bill iria ajudá-las o que tranquilizou Sookie mesmo que fosse o vampiro que amava mas que queria distante da vida dela. Bill com os seus sentidos apurados encontrou mais pedras em forma de lua, que tinham tornado Crystal e qualquer pantera agressiva, não conseguindo estas controlar os seus instintos.

Seguiram as pedras e chegaram a uma cabana abandonada onde Jason estava amarrado, o caçador tinha-o deixado ali até a lua cheia seguinte para poder mostrar a todos que a pantera existia. Crystal abraçou-se a ele emocionada e agradeceu a ajuda de Sookie, dizendo ainda que gostaria de tentar ser sua amiga, como uma família. As duas abraçaram-se, emocionadas por terem encontrado Jason.

Também Bill ao ver a paixão que existia entre Jason e Crystal se lembrou dos tempos de felicidade que tinha vivido com Sookie e como a amava. Abraçou e beijou Sookie naquele momento sem hesitar. Também esta relembrou tudo que tinham vivido juntos, correspondendo ao beijo com amor, mas haveria muito ainda a conversar.

 

Este texto faz parte do passatempo Sangue Felino


publicado por sangue-fresco às 14:14
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Ana Alexandre - Sangue

Passei uma noite terrível sem conseguir dormir (se é que podem chamar noite quando uma pessoa se deita às 6h da manhã) e acabei por me levantar ainda não eram 11h. Fui até à cozinha preparar café porque tinha de substituir a Holly e ia começar a trabalhar daí a quatro horas.

Subitamente apercebi-me de que estava alguém nas imediações da minha casa. O padrão cerebral apanhou-me distraída, mas estava ali, claramente direccionado a mim. A vontade que tinha de falar era mais ou menos nenhuma, mas ele sabia que eu estava ali e a minha avó matava-me se soubesse que ando a fugir das pessoas em vez de as receber em casa como a rapariga bem educada que criou. Por isso peguei na caneca de café e fui até à porta esperar por ele.

— Fazemos isto telepaticamente ou preferes ter uma conversa a sério?

— Olá Sookie, ... humm é capaz de ser boa ideia falarmos mesmo. – respondeu o Barry, de mãos nos bolsos do fato Armani estupidamente caro.

De repente vi-me na minha lingerie de renda cor de rosa e, tendo em conta que estava vestida e não tinha um espelho à frente, foi fácil imaginar de onde vinha aquela imagem.

­— Barry, tu não vens a minha casa para te desculpares e de repente ter ideias com a lingerie que viste pendurada lá fora! – e de repente lembrei-me da palavra de hoje no calendário que a Arlene me ofereceu: defenestrar. Seria uma grande ideia atirá-lo da janela se estivéssemos, por exemplo, num quinto andar.

— Oh meu Deus Sookie, não queria nada que tivesses visto isso, desculpa, posso entrar? – e deu uma tentativa de sorriso enquanto se sentava no meu sofá.

— Bem, podes começar a falar, decerto que tens gente a vigiar-te e não te safas enquanto não falares.

— Ahm, na verdade preferia que mantivesses este nosso encontro... secreto. O Rei do Texas não sabe que estou aqui, digamos que... dei um pequeno incentivo a um dos guardas para dizer que eu tinha ido de carro ver a minha mãe. Sookie, não fui eu que disse ao Stan onde o Eric vivia, não sou eu o responsável pelo desaparecimento da Pam.

— Eu sou das poucas pessoas que sabe e tu viste na minha cabeça, Barry...

— O Rei tem infiltrados no Fangtasia, quer vampiros quer humanos, o Eric nem tem noção de há quanto tempo está a ser vigiado, Sookie. Não sei nomes, mas dá-me a tua mão e mostro-te alguns dos rostos das pessoas envolvidas nisto. – disse o Barry enquanto me estendia a mão, que agarrei. E de repente, no meio das imagens que ele me mostrou, apercebi-me da dimensão do que me estava a contar.

— Volta para o Texas, Barry, já. Ninguém pode saber que vieste cá! – abracei-o e enfiei-lhe um papel na mão que escrevinhei à pressa. – Lê isto quando estiveres longe daqui o suficiente para não poderes voltar para trás.

 

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publicado por sangue-fresco às 14:13
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Adriana Guedes (sem título)

O coração de Sookie era destroçado uma vez mais. Eric  mostrava-se um tanto frio e mesmo arrogante com ela. Não conseguia compreender aquela reacção! Por vezes, assomavam-lhe constantemente à memória imagens dos momentos que haviam passado aquando da sua amnésia. Mais do que nunca, desejava que tudo voltasse a ser como era. Que ele voltasse a ser com era…

Imersa nesta nostalgia, algures entre o estúpido e o simplesmente absurdo, Sookie digitou o número do Fangtasia no seu telefone antiquado. Queria resolver tudo com Eric. Foi Pam quem respondeu: - Ahh.. Olá, desculpa estar a incomodar… Será que pode pedir ao seu caridoso mestre para vir falar comigo?

- Desculpa, Sookie, mas não me parece que ele queira falar.

Depois do trabalho, dirigiu-se de imediato ao Fangtasia. Exigia falar com Eric e a sua paciência estava a atingir o limite. Ao chegar, confrontou-o directamente. Apesar disso, a sua resposta não deixou de a incomodar:  - Não tenho nada para te dizer.

Irritada com tudo aquilo, Sookie arrastou Eric para um sítio onde pudessem ter o mínimo de privacidade, o que ali significava fora de vista e dos ouvidos de vampiros inconvenientes.

-  Conheço-te e sei que não és assim! Por favor, quero que voltes a ser a pessoa que demonstraste ser.

- Esquece o que se passou naqueles dias! Eu não sou esse tipo de pessoa. Mas, pelo que vejo, gostaste bastante… Será que não queres repetir, só aquela parte… - um sorriso aflorara-lhe aos lábios.

- Desiludes-me cada vez mais. Muito mais até do que o Bill. Não me voltes a telefonar e vê se manténs os teus subalternos longe da minha casa. Não quero ter nada a ver convosco.

Posto isso, Sookie abandonou o bar, deixando Eric a pensar no que havia dito. Algo na sua expressão dizia a Sookie que estava arrependido.

Quando finalmente atingiu a sua cama, deitou-se de um salto. Não pôde evitar duas lágrimas que escorreram pelas faces cansadas, como dois amantes numa dança sem fim.

Entretanto, Eric agonizava em silêncio. Tal facto, sabia bem, não se devia apenas à sua ligação sanguínea. Embora não o admitisse, eles haviam partilhado muito mais do que isso.

É claro que podia tentar falar com ela mas sabia que isso seria impossível. Não estava autorizado a entrar e Sookie nunca aceitaria uma conversa depois do que se passara, mesmo que fosse só amigável. Podia tentar o óbvio. Pegou no telefone e, com a voz mais sincera que conseguiu reproduzir, respondeu: -Sookie, por favor, desculpa-me. Eu sei que fiz muitas coisas erradas, mas deixa-me entrar para conversarmos. Por favor.

- Tudo bem, podes entrar, mas é bom que fique bem claro que se não gostar da conversa retiro logo o convite.

Ele entra e senta-se na cama ao pé dela. – Sookie, eu não queria magoar-te. Sinto o que tu sentes e não é apenas pelo facto de o mesmo sangue nos correr nas veias. É claro que eu também gosto muito de ti, e tudo o que eu te disse é verdade. Eu trocaria o meu cargo por ti, mas não tenho a certeza de que tenhas esquecido o Bill por completo.

Perante o ar pensativo do vampiro, Sookie mostrou-se incrédula, - Eu também peço desculpa. Quero ficar contigo, aconteça o que acontecer.

Não acabara a frase quando sentiu os seus lábios assomarem os seus. Foi um beijo único e, acima de tudo, verdadeiro, que a envolveu numa ternura ímpar. Não o impediu. Como poderia fazê-lo depois do que acabara de dizer… Era simplesmente um momento mágico, um momento que ninguém lhe poderia roubar...

 

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publicado por sangue-fresco às 14:12
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João Almeida (sem título)

Não tinha a certeza do que estava a acontecer, mas de uma coisa eu estava certa, tudo não passava de um sonho, o meu sonho. Não me lembro da última vez que sonhei com qualquer coisa que fosse, pudera, com tudo o que tem acontecido nestes últimos meses! Resumindo em poucas palavras, apaixonei – me por um vampiro que no final se revelou um traidor. O nome dele? Bill Compton. Sempre achei Bill um nome muito vulgar para um vampiro, talvez Antoine ou até mesmo Langford, mas não, Bill Compton foi o único vampiro que alguma vez amei pelo menos era o que pensava.

No meu sonho apenas estava eu e Claudine uma fada que por acaso tende a aparecer nos meus sonhos. Claudine envergava um lindo vestido branco, que tornava a sua pele brilhante à luz que vinha do lago que estava bem no centro daquele lindo jardim onde nos encontrávamos. Claudine era uma fada e poucas pessoas o sabiam, pois ao contrário dos vampiros as fadas têm um aspecto muito semelhante aos humanos, sei isso muito bem pois afinal eu mesma sou uma fada.

Apesar de só eu e Claudine estarmos naquele jardim a distância que nos separava era imensa, e eu desejava tanto tocar naquela criatura maravilhosa:

- Sookie perdoa-me! – Gritava Claudine, de início não percebi o que me tentava dizer mas por fim acabar por perceber que pedia pelo perdão, não percebia porquê.

- Claudine, o que se passa? – Gritei de volta, desta vez ainda mais alto.

- Sookie por favor perdoa-me, não o devia ter feito – O seu rosto mostrava culpa, ressentimento, e constrangimento mas mesmo assim permanecia belo como sempre.

- Feito o quê? – Tenho de admitir, o meu coração acelerou pois não conseguia pensar em nada que tivesse de perdoar a Claudine, afinal ela era a minha única amiga que tinha.

- Sookie, querida, fui quem contou ao Bill a tua verdadeira identidade, fui eu quem lhe disse que tu eras uma de nós, perdoa-me por favor! – Claudine chorava, e apesar de nunca tê-la visto chorar, fiquei espantada por ver que as suas lágrimas eram dois fios de ouro que escorriam pela sua cara baixo.

- Claudine como e que pudeste fazer isto comigo? – Não sabia mais o que dizer nem o que fazer, sem Claudine estava completamente sozinha.

- Se o Bill não soubesse ele iria roubar a tua luz, teve de ser! – Dois fios de ouro persistiam em escorrer pela sua face abaixo – Por favor perdoa – me, peço-te, sabe que nós fadas não podemos viver com a culpa de magoar as nossas irmãs.

- Sem isso muito bem Claudine e é por isso que te dou o meu perdão, afinal o Bill é um traste que não me merece, e eu só quero ser feliz, ao lado das minhas irmãs fadas.

Claudine correu para junto de mim, meu Deus até as suas lágrimas eram perfeitas. Limpei-lhe a cara e beijei-lhe o rosto. Tudo era como dantes:

- Sookie, fico contente que me tenhas perdoado mas não posso viver com este sentimento de culpa para sempre, e por isso que tenho de te deixar!

Não queria acreditar no que tinha acabado de ouvir, Claudine não me podia fazer isso, mas infelizmente fê-lo quando entrou para dentro daquele lago e me deixou sozinha naquele jardim.

 

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publicado por sangue-fresco às 14:10
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David Baptista da Silva (sem título)

Preparava-me para sair de mais uma noite agitada no Merlotte’s quando um  vulto se atravessou à minha frente. Mas só quando a nuvem escura que cobria a lua se afastou e esta o iluminou consegui distinguir o rosto de Bill. Olhava-me em silêncio, com o mesmo olhar com que me fitara na primeira vez que o vira no bar.
-Assustaste-me, idiota! – gritei batendo-lhe com o punho no peito enrijecido pelos séculos – O que é que queres? Pensei que tinha sido bem clara quando te disse que nunca mais te queria ver!
O rosto dele permaneceu inalterado.
-Sookie...eu...eu preciso de falar contigo – disse de forma meio atabalhoada, o que não era de todo, típico nele.
-Para quê? Vais-me pedir novamente que faça algo por ti onde possa acabar morta? – retorqui de forma ácida. Não queria mesmo vê-lo e muito menos ter de o ouvir a contar mais mentiras – Ou não?! Espera! Já sei. Vou ter de fazer algo que a tua Rainha morta mandou, algo de onde vou sair, para não variar, feita num oito e coberta de nódoas negras e cicatrizes?
-Eu vim porque quis – disse Bill, ignorando por completo tudo o que eu dissera só para o irritar – eu quero que voltes para mim Sookie.
-DESCULPA? – o meu berro ecoou na noite – Só podes estar a gozar! Tu usaste-me! Andaste a brincar com os meus sentimentos e depois deitaste-me fora! Desculpa se a minha memória não está morta como tu.
-Eu amo-te – disse ele, simplesmente.
Nem queria acreditar no que ele tinha tido o desplante de dizer. Senti a fúria correr-me nas veias, misturada no meu sangue. Aquele sangue que eu lhe oferecera livremente tantas vezes, julgando que ele me amava.
-Tu não me amas. Tu amaste a ti próprio como o teu amigo Eric e todos os da tua laia.
-Achas que sim? Enganaste. Eu pus a vida em risco por ti mais vezes do que as minhas ordens ditavam. Será que te achas assim tão importante? – o tom dele era frio e severo. Notou-se que tinha aquilo entalado na garganta há muito e finalmente tivera a coragem para mo dizer. No céu uma nuvem voltou a tapar a Lua – O interesse da Rainha em ti não é grande ao ponto de sacrificar a minha segunda vida por ti.
-Mas tu... – a minha cabeça andava às rodas. Seria aquilo verdade?
-Pensa bem Sookie. Sempre que gritavas eu vinha. Sempre que chamaste por mim eu estive lá. A minha criadora quase me matou por tua causa. Se eu lhe tivesse dito simplesmente que cumpria ordens da Rainha ela não o teria feito. Peço desculpa se não sou um cavaleiro andante, montado num cavalo branco. Mas tu também não és uma princesa inocente e pura, ingénua e idiota.
-Eu sei... – aquelas palavras estavam a esmagar-me. Ele tinha razão. Como podia ser tão cega. Como é que nunca pensara nisso?
-Eu sou um vampiro. Não sinto como os humanos. Arriscar a eternidade por ti é o mais perto que consigo chegar de uma prova de amor...e eu sei que tu ainda me amas.
Senti uma lágrima escapar-se. Bolas! Precisava de tudo menos daquilo. Chorar agora era capitular diante dele. Mas também, valeria a pena esconder? Ele amava-me e eu amava-o ainda. Todos os outros com quem me envolvera, à excepção do pobre Sam talvez, tinham uma agenda secreta sempre. Ora me queriam usar para chantagem ora para jogos políticos de alcateia. O Bill tivera uma agenda também. Mas o que nos uniu
acabou por se sobrepor. De tal forma que ele nem tivera coragem para me contar. E mesmo assim estivera sempre lá para mim...sim...à maneira dele, amava-me...
-Não me voltes a desiludir... – disse. Ele acenou com a cabeça e envolvendo-me nos seus braços, beijou-me. E a lua voltou a brilhar.

 

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publicado por sangue-fresco às 13:36
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Jessica Fraccaroli (Sem título)

Após grande discussão Sookie dirige-se para seu carro.

- Eric és um Monstro desprezível, sem coração, sem pudor, sem um pingo de amor por outra pessoa além de ti próprio.

Eric agarra-a pelo braço e diz - Amo-te.

- O quê?

- Sim, amo-te, todo esse ódio, desprezo e sarcasmo são mentiras para esconder o que realmente sinto.

- Mas já tentas-te matar-me, ameaçaste-me e agora simplesmente dizes que me amas?

- No começo não te amava, simplesmente te queria para meu próprio proveito. Simplesmente comecei apaixonar-me pelo teu desprezo e ódio, e agora amo-te.

- Eu não acredito que me ames, deves querer alguma coisa, prefiro que me pagues pelo trabalho do que estar a ouvir as tuas mentiras…

- O que queres que eu faça para provar o meu amor por ti, queres que mate alguém, que te compre algo, que pague todas as tuas dívidas, já estou farto de ser visto como um monstro, ninguém sabe o que são mil anos de solidão.

- Não se prova o amor a uma pessoa matando ou comprando com dinheiro, e além disso tinhas o Godric ao seu lado..

Chorando Eric responde – Godric foi e sempre será um grande Pai, Amigo, Irmão, Companheiro, mas nunca entendeu realmente do que eu sentia falta. Sentia falta de uma pessoa que me amasse como homem, que me fizesse companhia, que me dissesse amo-te. Sookie não consigo esquecer-te, quero-te só para mim. Não te quero partilhar com mais ninguém. És especial de mais para te perder.

- Mas já não quero saber de vampiros, a minha vida a partir do momento que vocês apareceram virou do avesso, passo mais tempo no hospital que em minha casa.

Do que dirige-se para porta, e Eric em uma última e desesperada tentativa a segue.

- Eric, não venhas para fora, ainda vais morrer.

- Se isso não prova que te amo, não sei mais o que fazer, esta é a minha última tentativa de te provar que te amo e que não estou a tentar enganar-te, amo-te, amo-te mais que a minha própria existência.

Sookie com lágrimas nos olhos carrega Eric para o interior do Fangtansia.

- Eric, és louco, não era preciso fazeres isso.

- Se isso fez com que acreditasses no meu amor, valeu a pena.

- Sim, acredito no teu amor e também te amo muito.

 

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publicado por sangue-fresco às 13:35
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Marlene Varela - Sem título

Abri a porta e para meu total espanto, Andy estava sentado no meu alpendre.

Após o desaparecimento de Portia, na última semana, esteve completamente desorientado. Não havia qualquer sinal dela, apenas um misterioso bilhete de despedida que deixara ao noivo.

Num entanto, esse bilhete não convencia Andy, que Portia partira de livre vontade. Ela nunca partiria às vésperas do casamento e deixando apenas um bilhete, sem qualquer explicação credível e muito menos sem falar com o irmão.

A pedido de Andy, resolvi intervir, “estudando” as pessoas próximas a Portia. Não foi muito difícil descobrir, que Portia tinha feito uma reserva num hotel em Milwaukee (Wisconsin)

-“Andy? O que estás a fazer aqui?” – Saiu-me antes mesmo de pensar o que dizia.

Andy tinha partido atrás da irmã, não tendo ligado a dar qualquer tipo de notícia…

“Meu Deus, o que estou aqui a fazer, ela nem sequer é normal…” - cogitava Andy, no seu turbilhão de pensamentos.

-”Eu sou NORMALLL!!! – ripostei eu.

- Sookie, não vim aqui para discutir isso. Encontrei a minha irmã… Ela está bem, sempre esteve…” Partiu de livre vontade… Com um maldito vamp…! Como ela foi capaz? Sempre tão correcta, tão séria. Como? – Captei.

- “ Ainda bem, estava preocupada, até pensei que também tinhas sido raptado!

- “ Por isso vim cá, eu... bem... Quero agradecer-te ajuda que deste.

- “Não fiz nada, faria isso por qualquer pessoa.”

- “Bem, tua habilidade… Sem ela, nunca teria como saber onde a Portia estava. Também sei que não estou a tua lista de melhores amigos, mas vim aqui agradecer, a sério.”

Ele estava mesmo a ser sincero! Andy estava à minha porta, de pé a agradecer-me?! Seria Natal? Não, o meu sonho de Natal seria muito mais do que ter Andy à minha porta.

-“E queria pedir desculpa, por realmente nunca ter acreditado na tua habilidade, apesar de das inúmeras vezes que já me ajudaste. E por nunca ter tido a coragem de te agradecer… Por tudo isso, obrigado!”

Podia não ser Natal, mas não seria de certeza um dia comum!!! Eu estava sem palavras

-“ D -de nada. “- Gaguejei

Ficou um silêncio estranho no ar. Ninguém tinha mais nada a dizer.

-“Então é tudo, vemo-nos por ai…” disse virando-se para ir partir. “Ah, Sookie, não nos tornaremos melhores amigos, mas tens o meu total respeito.”

Fiquei sozinha no meu alpendre, vendo-o seguir caminho. O meu primeiro pensamento foi EM QUE MÊS ESTAMOS? Setembro, claro. Depois virei e fui verificar no meu calendário, se a palavra do dia seria “SIDERADA”

***Fim***

 

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publicado por sangue-fresco às 13:33
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Rita Cardoso (Sem título)

ELE NÃO ME PODIA FAZER ISTOOOOOO! Eric estava ultrapassar os limites outra vez…

A nossa última altercação deveu-se ao seu último “pedido” (como se Eric soubesse o significado da palavra…): que me aproximasse do Alcides, pois precisava de obter algumas informações sobre a Alcateia de Jackson. Alcides deixara de “facultar” informações a Eric e agora acontecimentos recentes em Jackson (desaparecimentos misteriosos de vampiros poderosos) preocupavam o Xerife.

Eric precisava descobrir se a Alcateia estava metida nesse assunto e quem melhor para ir lá investigar? Pois, “Sookie Stackhouse in the house”! Nada que já não estivesse habituada, mas a minha relação que Alcides há muito que tinha subido no telhado, como conseguiria eu aproximar dele agora?!

Mas como poderia recusar o “pedido” do Sr. Janeiro”? NO WAY

Lá tive eu de pedir mais uns dias ao Sam, pedir à Tara que passasse lá por casa para recolher o correio, fazer as malas e pôr-me à estrada.

***

Assim que lá cheguei, a ficha caiu: Como diabos, era suposto eu aparecer à frente do Alcides, depois da nossa ruptura? Bem, teria de me passar alguma coisa pela cabeça rapidamente, pois já estava estacionada em frente ao escritório dele!

Pensa Sook, pensa Sook… Dizer que estava com saudades? Dizer que ia a passar por ali e lembrei de dizer OLÁ? Merd… (a minha avó não gostaria nada deste palavreado) Meu Deus, estava sem ideias… Também tinha desculpa: crise com Bill, crise com Jason, crise no trabalho! Raios, a CRISE era a minha palavra de ordem ultimamente, mer... (Desculpa, avó!)

No meio dos meus devaneios, bateram à janela e eu quase voei! Olhei… Bolas, ele deveria ter-me dado mais tempo para ensaiar qualquer coisita…

-“ Sookie? O que fazes ai dentro parada?” – Disse o Alcides

- “Eu? Bem… Eu, est… Eu vim... Eu queria…” - (Seria eu capaz de completar uma frase?!)

- “Podes sair do carro, Sook, eu não mordo!” – Ouvindo isto de um lobisomem, não pude deixar de sorrir.

Saindo do carro, deparei com aquela montanha de músculo e testosterona. Já me tinha esquecido que o Alcides era o Homem (vivo) da minha vida.

-“Alcides, eu, bem, nós... Precisamos conversar.”

-“Conversar? Sobre? Da última vez, esclareceste bem as coisas.” – Ripostou ele

- “Ouve Alcides, eu sei o que disse, mas também tens de compreender que não é fácil para mim, ser usada, como tu fizeste. Precisavas da minha ajuda, podias ter pedido, mas não… Fizeste com acreditassem que querias apenas o meu apoio da Eleição do Chefe de Alcateia!”

- “Eu sei que errei, mas… Bolas, o meu pai estava a concorrer e sabia os perigos que corria. Mas tive vergonha de pedir, vergonha de te usar com o Eric faz…” - confessou

-“E acabaste por fazê-lo tão bem… Ao menos ele diz logo o que quer de mim…” - teria eu perdido a cabeça, fui lá para fazer as pazes e agora estava em pé de briga.

- “Senti a tua falta!” - Atirou Alcides. Fiquei atordoada com o poder daquela simples frase.

Estando eu carente, aquilo foi o bálsamo para os meus ouvidos: “Eu também” reconheci. E sentia mesmo, o pouco tempo que estivemos juntos, o que passamos, aquele beijo quente, “vivo” que trocamos no apartamento dele…

De repente, estava envolvida por aquela montanha de músculos e calor num abraço que me fez esquecer o que tinha ido fazer a Jackson… e como agora seria a minha vez que “usar” o Alcides

***

 

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publicado por sangue-fresco às 13:31
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Bia Tavares (sem título)

Tinha acabado de chegar a casa. Aquele dia no Merlotte’s tinha sido mesmo cansativo. Era sexta-feira o que leva a uma maior enchente e, como se não bastasse Arlene tinha faltado ao trabalho e tive que cobrir também as suas mesas.

Preparava-me para entrar na banheira quando ouvi alguém bater à porta. Vesti o roupão e dirigi-me até ela. Quando finalmente a abri a porta apareceu a última pessoa que eu esperava ver naquele momento, Alcide. Depois da cena da eleição do novo líder da alcateia nunca mais tinha estado com ele, aliás, ele não me tinha perdoado completamente pela morte de Debbie.

- Boa noite, Sookie. – Disse sem olhar para mim enquanto passava a porta de entrada.

- Boa noite. – Respondi sem saber muito bem do que estar à espera. Conduzi-o até à sala e sentámo-nos no sofá.

- Precisamos de falar. – Finalmente olhou para mim e eu assenti. – Os Pelt contaram-me o que aconteceu. Estás bem?

- Estou. Mas ficou tudo resolvido. – Apressei-me a acrescentar.

- Eu sei. E… eu vim até aqui para te pedir desculpa pela forma como te tratei da última vez. Fui mau para ti e tu não merecias.

Confesso que não estava à espera disto, mas soube-me muito bem. Aproximei-me muito do Alcide durante a minha estadia na casa dele e era o tipo de pessoa com a qual me sentia mal em estar chateada.

- Alcide, eu sei que estavas magoado quando disseste o que disseste, e tinhas razões para isso, afinal, tu amava-la. Mas isso é passado, o que importa é que agora a situação está resolvida. – Sentia-me extremamente feliz por estar a fazer as pazes com o Alcide, afinal ele era meu amigo.

Alcide pôs-se de pé e eu segui-lhe o movimento. Olhou para o meu roupão e sorriu.

-Bem é melhor eu ir andando, vejo que estavas a meio de algo. – Sorri-lhe.

Ele inclinou-se devagar na minha direcção e beijou-me. Um beijo suave e carinhoso, sem pressas, mas sempre com o seu desejo e paixão característico. Foi-se afastando até formarmos apenas um abraço e sorriu-me. Então afastou-se totalmente.

-Até amanhã, Sookie. – Disse já quase saindo porta fora.

-Até amanhã… - Balbuciei.

Ele já tinha ido.

 

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publicado por sangue-fresco às 13:29
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Vítor Caixeiro (Sem título)

Como uma enorme bola de pingue-pongue, a lua brilhava intensamente naquela noite. Os meus passos eram marcados pelo barulho que as pedras faziam ao serem arrastadas. Atordoada por mais uma noite de árduo trabalho, a minha cabeça estava vazia. Há horas que não me conseguia sentir daquela forma, sem ouvir constantemente as ideias dos outros. Era a única vantagem de vaguear sozinha pela rua, à noite.

Conseguia pressentir a presença de certos seres. Ratos, corujas, lobos e talvez alguns humanos drogados. Nada que me pudesse magoar. Nada que me causasse dor, não uma dor igual à que há senti sete dias atrás.

As árvores encobriam toda a escuridão e solidão que se vivia naquele momento. Protegiam-me daquele holofote que é a lua. Não queria chegar tarde a casa, todavia o meu instinto forçou-me a abrandar e a parar por momentos naquele abrigo. A minha mente não estava tão apta como outrora para escutar pensamentos. Nem os meus próprios pensamentos eram nítidos. Desde que o Bill me deixou, essa minha sensibilidade abalou com ele. Como se uma parte de mim estivesse presa no seu corpo, na sua alma. A minha vida desabou no momento da sua dolorosa partida. Porque não podemos viver felizes eternamente? Porque há obstáculos nesta injusta e cruel vida? Não poderíamos simplesmente ter a nossa felicidade sem pedir nada em troca? A pura verdade é que tudo neste mundo tem um custo. Mas eu não estava preparada para o pagar. Não quando o pagamento se resume a despedaçar pelo menos um coração.

Nesta tempestade de considerações, algo me interrompe. Inesperadamente, sinto um peso enorme na minha nuca. Foi-se tornando mais leve, a cada instante, até que desapareceu por completo e caiu em frente aos meus olhos. Era uma maçã, madura o suficiente para ser trincada. Não quis que fosse pecado, mas já que o meu mundo é constituído deles, resolvi saboreá-la. Era bastante doce. O desejo crescia amargamente na minha garganta. Percebi porque lhe chamavam o “fruto proibido”. A tentação pode ser traiçoeira, e saciá-la parecia ser incontornável. Senti o meu cérebro às voltas. Era uma sensação esquisita, ainda assim confortável e nostálgica. Isto porque, subitamente, a minha mente decifrou palavras como não fazia desde aquele dia. Levantei-me com um pulo e fiquei atenta. Tudo era claro novamente.

Algo estava lá. Algo especial que a minha mente recordou. A esperança invadia-me o espírito. Era Bill. Ele tinha voltado para mim. Olho para cima e vejo-o o agarrado aos ramos que suportavam o seu peso. Mesmo com toda aquela escuridão, era evidente a sua presença ali. A face pálida e os olhos incandescentes estavam virados para mim. Pedi que descesse, e ele assim o fez. Conseguia ouvir as suas infinitas questões ainda não definidas para serem questionadas, mas é então que ele me diz:

- Sookie, eu amo-te. Não peço que me desculpes porque isso é pedir o universo sem ter razão. Fui um tolo. Tentei proteger-te, mas não percebi que ao fazê-lo estava a causar-te sofrimento. A minha atitude egoísta deixou-te vulnerável. Sempre pensei que o nosso amor era impossível, e quando parti sem sequer me despedir foi com intenção. Queria que me odiasses para eu não aparecer mais na tua vida. Se continuasse contigo, tu implorarias que te transformasse e eu não aguentaria. Não! Não te iria destruir! Não te queria dar esta vida, se assim se pode chamar. Mas assim que fiquei só, percebi que estávamos destinados a ficar juntos, acontecesse o que acontecesse. Minha Sookie, amo-te e sempre te amarei.

Tentei dizer-lhe que também o amava, que o queria e que o desculpava por tudo, contudo ele prosseguiu:

- Não digas nada, meu amor. Não consigo ler pensamentos como tu mas não preciso dessa aptidão para perceber que estás furiosa comigo. Só peço que algum dia me aceites de volta nem que seja como amigo, porque a minha vida sem ti é um poço sem fundo.

Realmente estava a deixar-me furiosa. Não aguentava mais aquelas palavras que me julgavam como insensível. Agarrei-me a ele e beijei-o sofregamente. Os seus lábios emanavam um calor como nunca tinham emanado. Os seus braços agarraram-me e levaram-me para a colina mais alta da cidade. Ali, ficámos presos pela noite fora, concebendo um futuro melhor para as nossas vidas, enquanto o presente nos oferece uma felicidade sem limite.

 

Este texto faz parte do passatempo Sangue Felino


publicado por sangue-fresco às 13:27
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